
No aterro, funciona um anexo da marcenaria da Comurg. As árvores caídas nas vias públicas recebem o primeiro tratamento: os troncos são cortados em pranchas para confecção de móveis. As madeiras mais finas, que não servem para a produção, são aproveitadas como lenha e destinadas à comercialização.

Compostagem
O aterro de Goiânia conta com um espaço dedicado à compostagem, onde resíduos orgânicos passam por um processo controlado de decomposição e se transformam em adubo natural e rico em nutrientes. O material é utilizado nos quatro viveiros da Comurg, que produzem mudas para o paisagismo urbano.